Ficha de processo

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Estudos, pareceres e recomendações
Refª. do processo
EPR/2009/11
Título
Mobilidade no Sector da Banca a Retalho em Portugal
Setor
  • Banca, Mercados Financeiros e Seguros
CAE
  • K - Actividades financeiras e de seguros
Origem do processo
Por iniciativa da AdC - Ex officio
Avaliação de impacto concorrencial de políticas públicas?
Sim
Articulação com entidades reguladoras setoriais
  • BdP - Banco de Portugal
Estado do processo
Fechado
Resumo do processo
Em Dezembro de 2009 a AdC publicou um relatório relativo à Mobilidade no Sector da Banca a Retalho em Portugal, elaborado em conjuntamente com o Banco de Portugal. O estudo tem como objetivo caracterizar a mobilidade dos clientes da banca a retalho em Portugal, procurando ainda identificar fatores que podem constituir barreiras à mobilidade. Para este efeito, analisam-se alguns aspetos do relacionamento banco/cliente no âmbito dos contratos celebrados com particulares e com pequenas e médias empresas (PME). Analisam-se, em concreto, os depósitos à ordem, os depósitos a prazo, o crédito ao consumo, o crédito à habitação e os cartões de crédito, no caso dos clientes particulares, sendo que, no caso das PME, o estudo centra-se nos seguintes produtos: depósitos à ordem, empréstimos bancários e linhas de crédito (incluindo cartões de crédito). O estudo apresenta uma revisão teórica sobre as barreiras à mobilidade no funcionamento dos mercados, descreve as best practices adotadas a nível europeu no domínio da promoção da mobilidade dos consumidores e analisa o caso português. Na analise do caso nacional, o estudo caracteriza o comportamento dos clientes no que concerne à mudança de banco, com base em informação recolhida através de um inquérito efetuado a um conjunto de instituições bancárias, identificando, subsequentemente, os fatores que podem originar barreiras à mobilidade. O estudo conclui existir evidência que, tal como em outros países europeus, existem barreiras à mobilidade no contexto da banca a retalho em Portugal. Os resultados da análise sugerem a que a mobilidade dos clientes bancários é inferior à média europeia, tanto no caso dos clientes particulares, como no caso das PME.
Cronologia do processo
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